Violência vicária entrou na Lei Maria da Penha. Vicaricídio virou crime hediondo. E a pergunta que vai definir quem se destaca na área não é "você conhece a lei?" — é "você sabe provar?"
Com a Lei 15.384/2026, a aplicação da violência vicária deixou de depender da sensibilidade do julgador. Mas isso criou um problema técnico que ninguém está falando abertamente:
A maioria das advogadas sabe identificar a violência vicária. Poucas sabem provar.
O que o laudo psicológico precisa conter para ter valor probatório?
Como documentar o padrão de instrumentalização da criança?
Como sustentar a tese quando o réu usa a convivência parental como contraprova?
Foi esse gap — entre identificar e provar — que me fez criar esse webinário.
Para você que atua em Direito de Família ou Direito Penal com perspectiva de gênero, leva essa escolha a sério e percebe que os casos de violência vicária chegam à sua mesa antes da lei conseguir alcançá-los — você já identifica o padrão nos fatos, mas sente que falta uma tradução técnica capaz de sustentar a tese no processo.
Para você que conhece a Lei Maria da Penha de dentro, sabe quando a perícia falha, sabe quando o juiz não vai ouvir e mesmo assim continua construindo argumento — e agora precisa dominar tecnicamente o que a Lei 15.384/2026 abre, não apenas citá-la na próxima petição.
Me chamo Graziela Jurça Fanti. Sou advogada feminista, formada e Mestra em Criminologia pela Faculdade de Direito da USP, e atuo exclusivamente na defesa de mulheres e pessoas LGBTQIAPN+. Construí teses de violência vicária antes de existir lei — e aprendi na prática o que o juiz rejeita, o que o perito precisa assinar e o que o acórdão exige para sobreviver ao recurso.
O que eu vou te ensinar nesse webinário não é o que eu li sobre a lei. É o que eu aprendi operando na prática.
Advogadas que demorarem para se capacitar vão encontrar um mercado mais disputado, jurisprudência já consolidada por outras e clientes que já sabem fazer as perguntas certas — e vão escolher quem souber responder.